quinta-feira, 28 de abril de 2011

Afinal quem sou eu?

Eu sei lá quem sou.
O que fui
E o que quero ser.
Sei quem me brutou
E ma amou,
E nada disto eu quero viver.

Mas, já agora, escrevo este poema,
E sei que não tem sentido algum.
Que devia ser como Fernando Pessoa,
Um grande poeta e um grande homem comum.
E eu digo: - Sou humana como ele
Mas não sou Fernando Pessoa sou eu.

E chega à parte em que me pergunto:
- E tu o que queres? O que esperas daqui?
Eu?! Eu não sei.
Ainda não encontrei o meu rumo.
Pois o futuro é incerto,
E eu sou incerto no futuro.


18/01/2011

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